Resultado 3T11

Bradesco

ü  O Lucro Líquido Ajustado no período foi de R$ 8,427 bilhões (variação de 18,4% em relação ao Lucro Líquido Ajustado de R$ 7,120 bilhões no mesmo período de 2010), correspondendo a R$ 2,91 por ação no acumulado de 12 meses, e rentabilidade de 22,4% sobre o Patrimônio Líquido Médio.
ü  Os Ativos Totais, em setembro de 2011, registraram saldo de R$ 722,289 bilhões, crescimento de 18,0% em relação ao mesmo período de 2010.
ü  O retorno sobre os Ativos Totais médios foi de 1,7%.
ü  A Carteira de Crédito Expandida, em setembro de 2011, atingiu R$ 332,335 bilhões, evolução de 22,0% em relação ao mesmo período de 2010.
ü  As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 105,389 bilhões (crescimento de 13,3%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 226,946 bilhões (crescimento de 26,5%).
ü  O Índice de Inadimplência superior a 90 dias atingiu 3,8%, mantendo-se estável em relação a setembro de 2010.
ü  O Índice de Eficiência Operacional, em setembro de 2011, foi de 42,7% (42,5% em setembro de 2010) e no conceito “ajustado ao risco”, foi de 52,4% (53,3% em setembro de 2010).
ü  Dando prosseguimento à sua estratégia de crescimento orgânico, nos últimos 12 meses, o Bradesco inaugurou 451 agências, sendo 271 agências somente nos últimos 3 meses, e adicionando mais de 9 mil novos colaboradores nesse período.

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Energias do Brasil 


ü  Crescimento de 5,7% no volume de energia vendida a clientes finais no 3T11 nas distribuidoras.
ü  Receita líquida consolidada de R$ 1.320,6 milhões no 3T11, 5,9% superior ao 3T10, impactada por efeito não recorrente de R$ 30 milhões referente à constituição de provisão retroativa da RGR na Escelsa e Bandeirante. Excluindo este efeito, a receita subiria 8,3%.
ü  Gastos gerenciáveis (excluindo depreciações e amortizações) de R$ 198,9 milhões no 3T11, redução de 3,9% em relação ao 3T10, impactados pela migração de R$ 15,9 milhões em 2011 e R$ 11,0 milhões em 2010 da conta de Pessoal para Resultado Financeiro (IAS 19/CPC33). Excluindo esse efeito, os gastos cairiam 1,5% no período.
ü  EBITDA de R$ 361,6 milhões, incremento de 14,8% em relação ao 3T10.
ü  Resultado financeiro líquido negativo de R$ 75,9 milhões no 3T11, aumento de 55,9% quando comparado ao 3T10, também impactados pela migração de custos de benefícios pós emprego da conta de Pessoal para Resultado Financeiro (IAS 19/CPC33).
ü  Lucro líquido de R$ 92,3 milhões, 26,6% superior ao do 3T10.
ü  Endividamento bruto total de R$ 3.310,2 milhões, 1,8% acima do 2T11.
ü  Os investimentos totalizaram R$ 242,4 milhões no 3T11, 9,0% abaixo do 3T10, dos quais R$ 97,9 milhões foram investidos na construção da UTE Pecém.
ü  Aprovação da ANEEL para o aumento de 73,4 MW na capacidade instalada da UHE Jari.
ü  Conclusão da oferta secundária de ações de titularidade do controlador que ampliou o free float para 49% no 3T11 em comparação à 35% no 2T11.


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  Fibria  


ü  Conclusão da venda da Unidade Piracicaba por US$ 313 milhões.
ü  Dívida líquida de R$ 9.542 milhões, 20% superior ao 2T11 e 6% menor em relação ao 3T10, devido à valorização do dólar de 19% frente ao Real no 3T11.
ü  Redução do endividamento de curto prazo para 9% (2T11: 14% e 3T10: 19%) após pagamento da última parcela aos ex-acionistas da Aracruz.
ü  Saldo de caixa representou 1,7x a dívida de curto prazo no 3T11.
ü  Resultado líquido base caixa (que exclui efeitos de variação cambial, depreciação, entre outros) de R$ 0,9 por ação, 6% inferior ao 2T11 e 37% em relação ao 3T10.
ü  Redução de R$ 201 milhões no investimento de capital aprovado para 2011, para R$ 1.440 milhões.
ü  Paradas programadas para manutenção nas Unidades Jacareí e Três Lagoas concluídas com sucesso.
ü  Produção de celulose de 1,3 milhão t, 2% superior ao 2T11.
ü  Venda de celulose de 1,2 milhão t, estável em relação ao 2T11 e 7% superior se comparada ao 3T10.
ü  Custo caixa de produção de celulose de R$ 481/t. Excluindo o efeito das paradas ficou em R$ 446/t, aumento de 2,5% em relação ao 3T10, abaixo da inflação registrada no período (7,3%).
ü  EBITDA de R$ 476 milhões, redução de 3% e 34% em relação ao 2T11 e 3T10 respectivamente.
ü  Prejuízo de R$ 1.114 milhões, devido ao efeito da valorização do dólar no resultado financeiro, efeito este majoritariamente contábil.


Ø  “A crise na Europa e nos Estados Unidos no terceiro trimestre impactou a demanda global por commodities e contribuiu para a redução do preço da celulose. As incertezas quanto à economia causaram a valorização do dólar frente ao Real, observada principalmente no mês de setembro. Este efeito impactou na elevação da alavancagem da Fibria, já que 92% da dívida encontrava-se em moeda estrangeira no 3T11. Por outro lado, por ser uma Companhia exportadora (mais de 90% das vendas destinadas ao mercado externo), o dólar valorizado trará efeitos positivos no resultado operacional. 


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Redecard 


ü  Volume financeiro de:
§                 Crédito 24,9% maior sobre o 3T10 e 2,8% maior sobre o 2T11
§                 Débito 37,6% maior sobre o 3T10 e 9,7% maior sobre o 2T11
ü   Receita Operacional Líquida de R$ 920,3 milhões, apresentando crescimento de 9,0% sobre o 3T10 e crescimento de 3,6% sobre o 2T11.
ü   EBITDA Ajustado de R$ 564,3 milhões, apresentando aumento de 8,2% sobre o 3T10 e 2T11.
ü   Lucro Líquido de R$ 343,6 milhões, apresentando crescimento de 6,0% quando comparado ao 3T10 e crescimento de 6,5% sobre o 2T11.
ü   Margem Líquida de 37,3% comparada a 38,4% no 3T10 e a 36,3% no 2T11. 

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Vale 

ü  Receita operacional recorde de R$ 28,6 bilhões no 3T11, 6,2% maior do que o recorde anterior de R$ 27,0 bilhões no 4T10.
ü  Lucro operacional, medido pelo EBIT, de R$ 14,4 bilhões, 9,7% maior do que os R$ 13,2 bilhões no 2T11.
ü  A margem EBIT alcançou 51,6%, em linha com os 52,5% no trimestre anterior.
ü  Lucro líquido de R$ 7,893 bilhões, equivalente a R$ 1,49 por ação, 23,2% abaixo do 2T11.
ü  Geração de caixa recorde, medida pelo EBITDA de R$ 16,1 bilhões, 1,2% acima dos R$ 15,9 bilhões no último recorde no 3T10.
ü  O EBITDA dos últimos doze meses findos no dia 30 de setembro de 2011 também atingiu um valor recorde de R$ 61,1 bilhões.
ü  Vendas de bulk materials recorde minério de ferro, pelotas, manganês, ferro ligas, carvão metalúrgico e térmico – de R$ 21,6 bilhões no 3T11, 7,0% maior que o recorde anterior no 3T10.
ü  Investimentos atingiram US$ 4,5 bilhões, sendo US$ 3,5 bilhões gastos com desenvolvimento de projetos e pesquisa e desenvolvimento (P&D).
ü  Investimentos em responsabilidade social corporativa de US$ 373 milhões no 3T11, totalizando US$ 894 milhões nos primeiros nove meses de 2011.
ü  Remuneração ao acionista de R$ 5,3 bilhões, equivalente a R$ 1,0236 por ação, a ser paga no dia 31 de outubro de 2011, totalizando um recorde histórico de R$ 15,0 bilhões neste ano, equivalente a R$ 2,8853 por ação.
ü  Retorno de caixa ao acionista via recompra de ações no valor de US$ 2,0 bilhões até 30 de setembro de 2011.
ü  Posição de caixa de US$ 7,565 bilhões, o que dá suporte a um balanço extremamente saudável, com baixa alavancagem, medida pela relação dívida total / LTM EBITDA ajustado, igual a 0,63x e prazo médio da dívida de 10,1 anos.


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Weg

ü  A Receita Operacional Líquida no terceiro trimestre de 2011 foi de R$ 1.317,5 milhões, com crescimento de 10,8% sobre o 3T10;
ü  O EBITDA atingiu R$ 243,7 milhões, com crescimento de 16,5% em relação ao ano anterior e de 13,1% em relação ao trimestre anterior. A margem EBITDA continuou mostrando recuperação seqüencial, atingindo 18,5%.
ü  O Lucro Líquido foi de R$ 154,6 milhões, com margem líquida de 11,7%, com crescimento de 8,8% na comparação com o 3T10 e no mesmo nível do trimestre anterior.
ü  Os investimentos em ativos fixos totalizaram R$ 124,8 milhões nos nove primeiros meses de 2011.