sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Volatilidade


O Ibov bateu nos 67k e veio cedendo um pouquinho. Até que na quarta-feira caiu mais de 5% numa tacada só. Muitos se assustaram e fizeram o que? Venderam.
Ontem, sabe todo aquele pânico da véspera, aquele mesmo pânico que fez investidores abandonarem suas posições? Sumiu. Aliás, mais que sumiu. Virou euforia e a Bolsa subiu mais de 6%. Se sentindo verdadeiros idiotas, muitos recompraram suas posições.
Hoje, sabe aquela euforia de ontem que fez a bolsa subir mais de 6%? Sumiu.
A Bolsa fechou em queda de 3,41%.
E você? Já decidiu o que fazer? Vai ficar acompanhando esse sobe e desce, vendendo quando cai e comprando quando sobe?
Toda essa volatilidade, essa indecisão do mercado, acende a luz amarela. Cuidado nas escolhas das ações. Cuidado nas estratégias.
Então compra! Rumo aos 100k inicialmente!
Bom fim de semana.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Bolsa se opera com emoção!



A vida é feita de emoções. Na Bolsa não poderia ser diferente. Ontem, tudo desabando, muitos tiveram medo e venderam. Foi seu caso?

Pois é, eu sabia. Hoje, o inverso, tudo disparando. Aposto que você comprou. Hehehe, acertei de novo.

É assim mesmo. Se desabar, vende! Se disparar, compra! É assim que se opera mercado de ações. Emoção antes da razão.

Então, hoje, compra!!!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Sabe o que é queda de verdade?


Está na Bolsa há 1 ano? Então sabe o que é queda de verdade. O Ibov paralizou suas operações várias vezes. Os famosos CB eram quase rotina. Pode acontecer de novo? É difícil, mas na Bolsa tudo pode.
Então vamos deixar de resmungação e vamos comprar.
Tem muito papel barato aí:
BAZA3, MNDL4, IDVL4, LIGT3, TNLP4, dentre outros.
Eu só quero é se dar bem.

“O passado é lição para refletir, não para repetir”. Mário de Andrade


Nesses três dias de julho do ano passado o índice Bovespa caiu 9%. E nem por isso a bolsa acabou.

Então compra!











terça-feira, 27 de outubro de 2009

Ibov ainda é só alegria

Tenho recebido emails cobrando o Ibov estar nos 70 ou 80k, pra que no Natal já esteja nos 100k.
Queridos, a Bolsa subiu escandalosos quase 130% em um único ano. Será que ela não tem o direito de dar uma respiradinha antes da ixprosão final?
A tendência ainda é de alta. Fiquem preocupados e comecem a recramar somente nos 48k pontos.
Mas, enquanto os micos VALE, GERDAU, USIMINAS, dentre outros, vão entregando 5% no dia, as nossas Blue Chips (salvo raras exceções de alguns papéis que ixprodiram recentemente e quem não realizou lucro foi pq é guelão) vão segurando a peteca. Vide BAZA3, MNDL4, JBDU4 etc).

A análise do fluxo de investimentos estrangeiros dão conta da saída de capital. Nada mais inteligente, afinal lucro de mais de 100% em 1 ano, até eu que sou burraldo pensaria em embolsar alguns desses lucros. Se realmente o capital estrangeiro engrenar um movimento consistente de evasão, a tendência é que a Bolsa toda sofra, sobretudo aquelas ações mais procuradas por eles, o que em geral não é o caso das nossas Blue Chips.

Ainda tem ações pedindo pra ser compradas. Mas cuidado. Talvez não sejam aquelas cujo P/VPA ou P/L estejam elevados.

Eu só quero é se dar bem.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

MILK11 - Mais um papel da carteira que explode


Um após o outro, todos os papéis da carteira Bolsa Feliz vão explodindo. Qual será o próximo?
Eu só quero é se dar bem!!!

MILK11 - Istoé Dinheiro

Juízes do Amazonas bloquearam mais de R$ 40 milhões de empresas como Parmalat e Danone e agora são alvos de representações no CNJ.

A história está ligada ao passado da Parmalat. Enquanto esteve sob controle italiano, a empresa foi gerida no Brasil pelo executivo Gianni Grisendi, que chegou a ser investigado na Itália em virtude dos escândalos contábeis da empresa. Grisendi constituiu duas outras firmas, a Carital e a Zircônia, que tinham vínculos com a velha Parmalat. Em 2007, no entanto, ela passou a ser gerida pelo grupo Laep. Além disso, estava em recuperação judicial e a lei, em tese, deveria cortar os vínculos dos novos controladores com o passado. Foi nessa zona cinzenta que várias empresas começaram a ingressar com ações judiciais contra a Carital e a Zircônia. As duas, que são representadas pelo advogado Sérgio Alembert, o mesmo que defende o traficante colombiano Juan Carlos Abadia, que foi preso, não apresentaram nenhuma defesa. Apenas informaram aos juízes que não têm mais personalidade jurídica e que foram sucedidas pela companhia de laticínios - a nova Parmalat, que está em recuperação judicial, e não a velha, italiana. O resultado? Os juízes começaram a bloquear recursos diretamente nas contas da empresa.
Numa das decisões, assinada em 14 de abril de 2009, a juíza Simone Laurent de Figueiredo, da 17a Vara Cível e de Acidentes do Trabalho do Amazonas, determinou o bloqueio de R$ 9,9 milhões nas contas da Parmalat e da Danone, como se as duas pertencessem ao mesmo grupo empresarial e fossem sucessoras da Carital e da Zircônia. "Estávamos sendo condenados a pagar dívidas pelas quais não temos nenhuma responsabilidade", protesta Rodrigo Ferraz, diretor-jurídico da Parmalat. A Danone, que caiu na rede da Justiça amazonense apenas porque vendeu a marca Poços de Caldas para a Parmalat, numa transação comercial corriqueira, preferiu não comentar o caso. E a juíza Simone de Laurent também não retornou as ligações.
Em decorrência dos prejuízos sofridos, que somaram mais de R$ 20 milhões, a Parmalat ingressou em junho deste ano com uma representação no CNJ contra a juíza Simone de Laurent. Parte dos recursos bloqueados pôde ser sacada pelas partes que moveram ações contra a Carital e a Zircônia - e depois, quando as decisões de primeira instância caíram, os recursos haviam desaparecido. Além do pedido de investigação da juíza de Manaus, a empresa entrou com uma representação na corregedoria do tribunal e, nos próximos dias, finaliza uma ação criminal pedindo a quebra do sigilo bancário dos juízes e desembargadores envolvidos no caso. O ministro Gilson Dipp, que é do Superior Tribunal de Justiça e preside o CNJ, não comenta casos concretos, mas avisa que os eventuais erros serão punidos. "O CNJ vem adotando medidas drásticas quando se trata de desvio de conduta", diz Dipp.
Desde que entrou em recuperação judicial, a Parmalat viveu fases distintas. No início do processo, o juiz Alexandre Lazzarini, que era responsável pelo caso, garantiu que sua nova controladora, a Laep, estaria isenta de futuras cobranças judiciais, diretas ou indiretas, ligadas ao passado nebuloso da empresa. Graças a esse aval, a empresa chegou à liderança do mercado brasileiro, com 12% de participação, fez um IPO na Bovespa e captou mais de R$ 500 milhões com a venda de ações. Depois disso, sofreu com a crise de crédito e teve de vender alguns ativos, como uma fábrica no Rio Grande do Sul, que passou para as mãos da Nestlé. Agora, o novo desafio é se livrar de ações judiciais como as que estão sendo movidas no Amazonas.