quinta-feira, 24 de abril de 2014

PROVENTOS DA PETROBRAS

Rio de Janeiro, 17 de abril de 2014 – Petróleo Brasileiro S.A - Petrobras comunica que irá efetuar, em 25 de abril de 2014, o pagamento da primeira e única parcela da remuneração aos acionistas referente ao exercício de 2013.  Os pagamentos serão efetuados sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), com base na posição acionária de 02 de abril de 2014.

O valor da parcela a ser paga será corrigido pela taxa SELIC de 31/12/2013 até o dia 25 de abril de 2014, alcançando-se o valor de R$ 0,53808 por ação ordinária (ON) e R$ 0,99757 por ação preferencial (PN).  As tabelas abaixo apresentam os cálculos da atualização monetária.


Ações Ordinárias
JCP
Valores em Reais por ação Ordinária (ON)
R$ 0,52170
Atualização pela Taxa Selic
R$ 0,01638
Valor Total
R$ 0,53808


Ações Preferenciais
JCP
Valores em Reais por ação Preferencial (PN)
R$ 0,96720
Atualização pela Taxa Selic
R$ 0,03037
Valor Total
R$ 0,99757


Sobre os valores de R$ 0,52170 por ação ordinária (ON) e R$ 0,96720 por ação preferencial (PN) referente aos juros sobre o capital próprio incidirá a taxa de 15% de imposto de renda, e sobre os valores de R$ 0,01638 por ação ordinária (ON) e R$ 0,03037 por ação preferencial (PN), correspondente à atualização pela taxa Selic, haverá incidência de imposto de renda à alíquota de 22,5%. As retenções de Imposto de Renda, mencionadas acima, NÃO serão aplicadas aos acionistas imunes e isentos.


1. INSTRUÇÕES QUANTO AO CRÉDITO

O pagamento será efetuado pelo Banco do Brasil S.A., instituição depositária das ações escriturais.

Os acionistas correntistas do Banco do Brasil S.A., ou de outros bancos, que estejam com o cadastro devidamente preenchido, terão seus direitos creditados automaticamente na sua conta bancária na data do pagamento.

Para os acionistas cujo cadastro não contenha a inscrição de “Banco/Agência/Conta Corrente”, os direitos somente serão creditados na data da atualização cadastral nos arquivos eletrônicos do Banco do Brasil S.A., por intermédio de suas Agências.

Para as ações depositadas nas Custódias Fungíveis das Bolsas de Valores, o pagamento será creditado nas respectivas Bolsas que, através das corretoras depositantes, encarregar-se-ão de repassá-lo aos acionistas.  

Os acionistas possuidores de ações ao portador deverão comparecer a qualquer agência do Banco do Brasil S.A., munidos do CPF, Carteira de Identidade, comprovante de residência e dos certificados com os respectivos cupons, para que as ações sejam convertidas à forma escritural para posterior recebimento das remunerações. Na oportunidade poderão informar os dados bancários para crédito dos valores em conta-corrente.

Para os American Depositary Receipts (ADRs) negociados na Bolsa de Valores de Nova York – NYSE o pagamento dar-se-á através do BNY Mellon, banco depositário dos ADRs. A data de pagamento esperada dos ADRs é dia 02 de maio de 2014. Informações e esclarecimentos poderão ser obtidos por intermédio do site www.adrinform.com


2. LOCAIS DE ATENDIMENTO

Mais informações poderão ser obtidas através da Central de Atendimento BB pelos telefones 4004-0001 (Capitais e áreas metropolitanas) e 0800-7290001 (demais localidades) ou em qualquer agência do Banco do Brasil S.A. bem como na sede da Petrobras na Av. República do Chile, 65 - 1002-B - Rio de Janeiro/ RJ ou através do telefone 0800-282-1540.


3. OBSERVAÇÕES

Os Juros sobre o Capital Próprio não reclamados no prazo de 3 (três) anos, a contar da data do pagamento (25/04/2014), prescreverão e reverterão em  favor da empresa (Lei 6404/76, art. 287, inciso II, item a).
 

Rio de Janeiro, 17 de abril de 2014


Almir Guilherme Barbassa
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Fechamento do Long & Short

Gráfico indexado PDGR3/BISA3 semanal

Após um mês na operação, a relação PDGR3/BISA3 mais que retornou a média: veio beliscar a banda inferior de Bollinger. Portanto, dentro da minha estratégia, me parece uma boa hora para sair da operação com um bom lucro.

Quem quiser saber como e porquê a operação foi iniciada, pode ver a postagem de 18 de setembro, linkada abaixo.
http://bolsafeliz.blogspot.com.br/2013/09/long-short-grafico.html

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

OIBR4: do teste da resistência rumo ao suporte em 3 dias.

OIBR4 Diário

É de avacalhar a estratégia daqueles mais afoitos. Se o freguês se animou com a alta depois de noticiada a fusão da Oi com Portugal Telecom e comprou no meio do pregão de quarta-feira, o ferro está sendo grande.
Da máxima de antes de ontem até o fechamento de hoje o ferro é de cerca de 25%.

Suporte em 3,29*3,09.
Resistência em 4,75*4,80.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Exame: Eike recorre a fundos "abutres" para tentar salvar OGX

Rio de Janeiro - Investidores especializados em financiar processos de recuperação de companhias à beira da falência são o alvo da OGX para tentar, ainda este ano, submergir do abismo em que se encontra. Na próxima semana, integrantes da cúpula da companhia de Eike Batista retornam a Nova York para mais uma rodada com eventuais interessados. Na semana passada, as conversas nos Estados Unidos envolveram cinco representantes de empresas do tipo, como fundos de private equity.
A eles a companhia de Eike oferece parceria em troca de lotes de capital que possam acumular o montante de US$ 400 milhões, mínimo necessário para o desenvolvimento do campo de Tubarão Martelo, última aposta de produção do grupo. Parece missão impossível. Mas na mesa os executivos expõem as garantias do processo de recuperação judicial, que será protocolado nas próximas semanas e deve assegurar uma porta de saída a eventuais novos investidores.
Na semana que vem, também fará parte do arsenal de convencimento o relatório que a consultoria DeGolyer and MacNaughton, líder mundial em avaliação de reservas de petróleo, deve liberar até a sexta-feira, 4, com as novas estimativas para Tubarão Martelo.
Certamente serão números bem mais modestos do que os da época da declaração de comercialidade, em abril de 2012, quando a OGX estimou em 285 milhões de barris o volume de óleo recuperável no campo. Mais do que o dobro dos 110 milhões de barris previstos para Tubarão Azul, cujo fiasco de produção deu início à derrocada das empresas de Eike.
A expectativa é de que o relatório da D&M corresponda a algo em torno de um terço do que foi alardeado pela OGX há um ano e meio para o tamanho do reservatório. Mesmo assim, segundo fonte ouvida pelo Broadcast, serviço em temo real da Agência Estado, a equipe técnica envolvida nas negociações ainda mantém uma probabilidade de manter o cálculo de curva de produção que garanta a extração de 30 mil barris por dia no período de dez anos, o que contribuiria como atrativo para esses investidores especializados em ativos pré-falimentares, os chamados investidores “abutres”.
 
Última alternativa
Estes fundos estão sendo vistos como a tábua de salvação da OGX, já que a possibilidade de trazer recursos novos dos investidores que compraram os bônus (bondholders) emitidos pela OGX é mais do que remota. Os bondholders estão, aos poucos, sendo convencidos do processo de transformar seus créditos em ações da companhia, mas não há qualquer esperança de que aportem mais dinheiro na empresa.
O problema é que a empresa já trabalha, segundo fontes, com o cálculo de que em torno de 70% dos bônus estejam em mãos de investidores de curto prazo. Em negócios desse tipo faz sentido comprar o papel a R$ 0,17 para sair ao nível atual da cotação, entre R$ 0,23 e R$ 0,25.Os esforços do processo de reestruturação estarão concentrados na produção de Tubarão Martelo, uma tarefa difícil, diante do pouco tempo disponível para a reversão do quadro atual.
Pelos cálculos do grupo de Eike, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo, a entrada em produção do campo, localizado na Bacia de Campos - e que mantém a intenção de entrar em atividade no último trimestre - poderia ter o reflexo imediato de elevar em duas vezes e meia o valor da empresa. A reestruturação está calcada neste fôlego, já que hoje a companhia acumula dívidas de US$ 3,6 bilhões e não chega a valer US$ 2,5 bilhões.
Calote
As perdas implícitas nas cotações dos bônus da OGX superam a montante total dos prejuízos registrados com bônus externos não pagos por empresas norte-americanas de alto retorno, segundo estudo da Fitch Ratings. A agência diz ainda que o potencial calote da OGX e da norte-americana Energy Future Holdings (EFH) devem adicionar US$ 20 bilhões aos cálculos sobre calotes de empresas de elevado retorno (high yield) norte-americanas deste ano e elevar para 3,5% a taxa de calotes em 12 meses.
A agência de classificação de risco destacou que a EFH está próxima à falência e a OGX encontra-se em período de carência de 30 dias pelo descumprimento, anteontem, do pagamento de juro de um de seus bônus externos. A falência da EFH deverá ser a quinta maior já registrada de uma empresa não financeira.
Em perspectiva, as perdas registradas por todas as companhias, que já concretizaram calote no acumulado de janeiro a setembro deste ano, estavam em US$ 2,2 bilhões. Os calotes recentes incluem o da Rural Metro, Green Field Energy, Lone Pine Resources and FriendFinder Networks. Os quatro somaram US$ 1,3 bilhão ao cálculo de “defaults” deste ano, elevando o total de bônus não pagos, pelo valor de face, para US$ 12,7 bilhões em 2013. O número é muito próximo dos US$ 13,4 bilhões no mesmo período de 2012.
O total de emissores até setembro em situação de calote subiu para 27. Eram 25 emissores no mesmo intervalo do ano passado. Colaborou Cynthia Decloedt. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Exame

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Oi: principal blue chip novamente (pelo menos por um dia)

OIBR4 Diário

Papel apresentou um volume extremamente alto, relembrando pregões de 10 ou 15 anos atrás, quando a Telemar era uma das principais ( se não a principal) blue chips da nossa bolsa.
Fato é que a volatilidade também foi enorme. O papel chegou a 4,76, com alta de 13% no intraday, mas fechou com uma alta de "só" 5,21%, a 4,44.
Abaixo a notícia que gerou todo esse frenesi em torno dos papéis hoje:
São Paulo – A CorpCo, companhia resultante da fusão da Oi com a Portugal Telecom, nasceu hoje. Apesar de recém-criada, a empresa de telecomunicações já tem números impressionantes a apresentar e grandes desafios pela frente.
Segundo material divulgado pela Portugal Telecom, a expectativa é de que a companhia tenha receita de 37,4 bilhões de reais proveniente das operações no Brasil (75%), Portugal (21,8%), Ásia e África (3,1%). A CorpCo nasce com 100 milhões de clientes e 38,1% de suas ações sob controle da Portugal Telecom.
Entre os desafios da companhia estão a redução das dívidas e o aumento de investimentos e vendas. Para gerir a nova empresa, o escolhido foi Zeinal Bava. Ele é o atual diretor da Oi e da Portugal Telecom - que já contam com cerca de 80 iniciativas em sinergia no valor de 5,5 bilhões de reais.
Repercussão
Em entrevista coletiva no fim da manhã em Brasília, o ministro das Comunicações Paulo Bernardo afirmou que não vê "nenhum tipo de problema" na fusão entre a Oi e a Portugal Telecom. O negócio foi bem avaliado pelos analistas de mercado, que enxergam nele uma oportunidade da Oi pôr suas contas em ordem e voltar a ser competitiva.
De acordo com dados da Anatel, a Oi detém a operação de cerca de 20% das linhas de celulares no Brasil. A companhia é ainda mais forte na telefonia fixa – onde controla mais de 40% das linhas. A fusão anunciada hoje deve começar a valer em 2014. 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Fechamento de setembro: ibovespa sobe 4,66%


Melhor investimento em setembro, o ibovespa valorizou 4,66%, a despeito da queda de 30% de OGXP3, que tem forte peso no índice.
Acima, alguns papéis acompanhados, com suas respectivas variações no mês e no ano.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Há 4 anos era euforia, agora é desilusão? Reportagem da The Economist


Reportagem da edição de hoje da revista The Economist me fez relembrar que este blog já tem algum tempo de estrada. Há 4 anos, postamos outra reportagem da mesma revista,  conforme o link abaixo, dizendo que a Bolsa só pararia nos 100k pontos.

http://bolsafeliz.blogspot.com.br/2009/11/economist-le-o-blog-bolsa-feliz.html

Na época, o Ibov tinha subido mais de 100% desde o fundo da crise, em 30k pontos. Em postagem do dia 18/11/2009, postei o seguinte gráfico do Ibovespa:


Tudo bem! Há 4 anos havia euforia e era pra comprar Bolsa em 67 mil pontos (equivalente a aproximadamente 83,4 mil pontos hoje, corrigidos pela inflação do período). Agora é pra fazer o que? É pra vender, com a Bolsa a 50 mil pontos? O Brasil tem realmente estragado tudo?